Crônicas desta vidinha mais ou menos: Cap. 2 : Notas sobre meu xixi - tímido e territorial
Caras armlesses, como é bem sabido por aqueles que me tem em grande conta, tenho eu certas restrições quanto a utilização de sanitários públicos.
E certa feita, em um momento de rara epifinia, dei-me conta de que a situação poderia estar se agravando em galopantes trotes monumentais dignos do Cavalo de Fogo.
Acontece que a atitude pudica antes envolvida apenas na disseminação do sólido and gasoso, parece estar dominando as atividades líquidas desta pequena john.
Não que esteja eu absolutamente impedida de verter este comum e amarelo subextrato humano em locais frequentados pelo grande público.
Porém, esta que vos submete estas singelas palavras, pegou-se em uma ordinária quarta-feira de embriaguez degladiando (como uma fêmea de maior porte que ganhou um jeans da Ellus três vezes menor que a busanfa) em tentativa de expelir o que já não conseguia conter sem obter nenhum sucesso.
A deprimente cena se assemelhava a um show de Britney Spears (depois que decidiu virar uma jamanta embebida em cocaína), aonde todos os envolvidos sairam sentindo-se envergonhados, deprimidos e fracassados ( e precisando desesperadamente de um banheiro).
O que poderia impedir ato tão mundano? Posso até ouvi-las se perguntando em um misto de curiosidade e sincera incredulidade.
Ocorre que em santificado porcelanato encontrava-se o produto do encontro desta funcional cerâmica com a atividade de outro homo sapiens. S
er este que , ao que tudo indicava, deveria ter ingerido todo o aspargo disponível no planeta.(para maiores informações joguem no google: O que deixa a urina fétida?).
Em local de putrefato odor, encontrei-me sem chance de realizar minha cotidiana tarefa.
Pensei em não dar me por vencida, porém o instrumento de vazão deste artefato (também conhecido como "descarga") encontrava-se vencido pelo cansaço, como alguém que tentou encontrar nexo nas músicas do Renato Russo.
Exausta, contrariada e acima de tudo ainda apertada, dirigi-me para o outro box, apenas para entender que aquele primeira barreira havia sido apenas o começo.
Eis que neste momento que parecia ser o alívio de tamanho desconforto, adentram o banheiro duas garotas, que té onde eu sabia, pareciam estar esforçando (como nossa companheira do aspargo) para impedir que eu liberasse aquilo que neste minuto parecia ser a totalidade aquosa das Cataratas do Niágara.
Elas ganiam e gritavam , pelo que pude perceber pela presença de um homem que as deixava em polvorosa.
Percebi que aquele espetáculo de mediocridade e falta de amor-próprio poderia demorar e senti o desespero preencher meu ser (bem, o pouco espaço que não já estava preenchido por xixi).
Sim, a expressão dos desejos de pirigaguem das moçoilas também brecou o que poderia ser o ponto alto da noite, visto que havia tomado mais de duas garrafas de nutritivo (e nem por isso menos comprometedor do discernimento) suco de cevada.
Parei por um momento, as calças nos calcanhares, tentanto prever se o som proveniente da liberação amerela e quente seria digna de um equino, quando dei-me conta de que o pior já havia acontecido: sim, eu buscava como sempre o aconchego de meu próprio território porcelanado.
Olhei para aquela porta cheia de profundos dizeres (sobre a relevante relatividade dos vetores- comer x cagar) e tomei uma decisão: "fodam-se estas barangas, eu vou mijar".
Não posso tornar-me umas dessas pessoas que só vão em lugares próximos a suas residências pois tem seus próprios e incomprienssíveis rituais obssessivos.
Recusava- me a tornar um Roberto Carlos de saias, uma por conta do tempo dominado pelos rituais e outra por que não causo tantas emoções a ponto de meus queridos me seguirem como Moisés até "minha morada" sempre que eu precisasse dar uma mijada.
Pude ouvir ainda uma delas surprender-se e perguntar se a amiga havia aberto a torneira quando do início de minha libertação. (pois o som, como eu temia, foi firme e alto como a fala de um gaúcho).
Fiz o que tinha de fazer, lavei as mãos, fitei-me no espelho e percebi que naquele singelo momento em meio à barata cerâmica de um boteco universitário eu havia feito uma escolha: libertar-me de meus limites vitorianos e disseminar este subextrato livremente (sempre que aproriado, claro).
Mesmo porque, ou é isto, ou ligar para Pampers e solicitar a manufatura de um modelo PP de seus descartáveis geriátricos.
Att,Helous
P.S: Conto com a manifestação de nova companheira a fim de compilarmos nosso incrível AND eterno livro John.
Caras armlesses, como é bem sabido por aqueles que me tem em grande conta, tenho eu certas restrições quanto a utilização de sanitários públicos.
E certa feita, em um momento de rara epifinia, dei-me conta de que a situação poderia estar se agravando em galopantes trotes monumentais dignos do Cavalo de Fogo.
Acontece que a atitude pudica antes envolvida apenas na disseminação do sólido and gasoso, parece estar dominando as atividades líquidas desta pequena john.
Não que esteja eu absolutamente impedida de verter este comum e amarelo subextrato humano em locais frequentados pelo grande público.
Porém, esta que vos submete estas singelas palavras, pegou-se em uma ordinária quarta-feira de embriaguez degladiando (como uma fêmea de maior porte que ganhou um jeans da Ellus três vezes menor que a busanfa) em tentativa de expelir o que já não conseguia conter sem obter nenhum sucesso.
A deprimente cena se assemelhava a um show de Britney Spears (depois que decidiu virar uma jamanta embebida em cocaína), aonde todos os envolvidos sairam sentindo-se envergonhados, deprimidos e fracassados ( e precisando desesperadamente de um banheiro).
O que poderia impedir ato tão mundano? Posso até ouvi-las se perguntando em um misto de curiosidade e sincera incredulidade.
Ocorre que em santificado porcelanato encontrava-se o produto do encontro desta funcional cerâmica com a atividade de outro homo sapiens. S
er este que , ao que tudo indicava, deveria ter ingerido todo o aspargo disponível no planeta.(para maiores informações joguem no google: O que deixa a urina fétida?).
Em local de putrefato odor, encontrei-me sem chance de realizar minha cotidiana tarefa.
Pensei em não dar me por vencida, porém o instrumento de vazão deste artefato (também conhecido como "descarga") encontrava-se vencido pelo cansaço, como alguém que tentou encontrar nexo nas músicas do Renato Russo.
Exausta, contrariada e acima de tudo ainda apertada, dirigi-me para o outro box, apenas para entender que aquele primeira barreira havia sido apenas o começo.
Eis que neste momento que parecia ser o alívio de tamanho desconforto, adentram o banheiro duas garotas, que té onde eu sabia, pareciam estar esforçando (como nossa companheira do aspargo) para impedir que eu liberasse aquilo que neste minuto parecia ser a totalidade aquosa das Cataratas do Niágara.
Elas ganiam e gritavam , pelo que pude perceber pela presença de um homem que as deixava em polvorosa.
Percebi que aquele espetáculo de mediocridade e falta de amor-próprio poderia demorar e senti o desespero preencher meu ser (bem, o pouco espaço que não já estava preenchido por xixi).
Sim, a expressão dos desejos de pirigaguem das moçoilas também brecou o que poderia ser o ponto alto da noite, visto que havia tomado mais de duas garrafas de nutritivo (e nem por isso menos comprometedor do discernimento) suco de cevada.
Parei por um momento, as calças nos calcanhares, tentanto prever se o som proveniente da liberação amerela e quente seria digna de um equino, quando dei-me conta de que o pior já havia acontecido: sim, eu buscava como sempre o aconchego de meu próprio território porcelanado.
Olhei para aquela porta cheia de profundos dizeres (sobre a relevante relatividade dos vetores- comer x cagar) e tomei uma decisão: "fodam-se estas barangas, eu vou mijar".
Não posso tornar-me umas dessas pessoas que só vão em lugares próximos a suas residências pois tem seus próprios e incomprienssíveis rituais obssessivos.
Recusava- me a tornar um Roberto Carlos de saias, uma por conta do tempo dominado pelos rituais e outra por que não causo tantas emoções a ponto de meus queridos me seguirem como Moisés até "minha morada" sempre que eu precisasse dar uma mijada.
Pude ouvir ainda uma delas surprender-se e perguntar se a amiga havia aberto a torneira quando do início de minha libertação. (pois o som, como eu temia, foi firme e alto como a fala de um gaúcho).
Fiz o que tinha de fazer, lavei as mãos, fitei-me no espelho e percebi que naquele singelo momento em meio à barata cerâmica de um boteco universitário eu havia feito uma escolha: libertar-me de meus limites vitorianos e disseminar este subextrato livremente (sempre que aproriado, claro).
Mesmo porque, ou é isto, ou ligar para Pampers e solicitar a manufatura de um modelo PP de seus descartáveis geriátricos.
Att,Helous
P.S: Conto com a manifestação de nova companheira a fim de compilarmos nosso incrível AND eterno livro John.