Crônicas desta vidinha mais ou menos: Cap. 4: 100% Leather.
Em um dado momento de nossas vidas pinduretas – quando a questão financeira ainda não era definida desta forma – eu e meu esposo recém contratado por uma corretora de valores, decidimos dar um pulinho na famosa "Feira do Circuito das Malhas", para checar as novidades e, quem sabe, comprar umas roupinhas. Saímos de lá com três malhas cada, uma bota e quatro jaquetas de couro "ecológico", uma opção interessante pro baixo orçamento somado à consciência ecológica da amiga que vos fala. As jaquetas não são uma beleza, mas quebraram bem o galho... Até recentemente.
A jaqueta que o marido mais usa é uma preta, dessas tipo "bad boy", que com o passar do tempo, ficou mais no estilo "moto boy". Ele veio me relatar, com certa vergonha, eu diria, que teve contato com uma jaqueta de modelo semelhante, mas em couro verdadeiro, que fez a sua parecer um saco de lixo. Justo. Não tive argumentos para negar essa observação. Em um dado momento entre os doze meses de existência da jaqueta, ela descolou na "costura" da parte de baixo. Há um primo que, toda vez que vê a tal jaqueta, comenta: "Eee, Julian Marcuir!" (http://www.julianmarcuir.com.br/ – pra quem não entendeu a piada). Além disso, a jaqueta virou motivo de chacota no meio do pessoal do mercado financeiro. Aparentemente as pessoas a olham como se estivessem presenciando uma aparição do Coisa Ruim, em pessoa.
Nossa conversa sobre a jaqueta me fez concluir que talvez tenhamos adquirido aquela heresia fashion por um pouco de medo do glamour. Qual seria, então, a solução? Uma jaqueta de couro legítimo está verdadeiramente fora do alcance de nossas carteiras. E também sentimo-nos compelidos a não deixar que o espírito "Heal the Earth" nos torne a piada da semana.
Compremos então uma vaca! Quanto custa uma vaca?
Atenciosamente, Ferdous
Em um dado momento de nossas vidas pinduretas – quando a questão financeira ainda não era definida desta forma – eu e meu esposo recém contratado por uma corretora de valores, decidimos dar um pulinho na famosa "Feira do Circuito das Malhas", para checar as novidades e, quem sabe, comprar umas roupinhas. Saímos de lá com três malhas cada, uma bota e quatro jaquetas de couro "ecológico", uma opção interessante pro baixo orçamento somado à consciência ecológica da amiga que vos fala. As jaquetas não são uma beleza, mas quebraram bem o galho... Até recentemente.
A jaqueta que o marido mais usa é uma preta, dessas tipo "bad boy", que com o passar do tempo, ficou mais no estilo "moto boy". Ele veio me relatar, com certa vergonha, eu diria, que teve contato com uma jaqueta de modelo semelhante, mas em couro verdadeiro, que fez a sua parecer um saco de lixo. Justo. Não tive argumentos para negar essa observação. Em um dado momento entre os doze meses de existência da jaqueta, ela descolou na "costura" da parte de baixo. Há um primo que, toda vez que vê a tal jaqueta, comenta: "Eee, Julian Marcuir!" (http://www.julianmarcuir.com.br/ – pra quem não entendeu a piada). Além disso, a jaqueta virou motivo de chacota no meio do pessoal do mercado financeiro. Aparentemente as pessoas a olham como se estivessem presenciando uma aparição do Coisa Ruim, em pessoa.
Nossa conversa sobre a jaqueta me fez concluir que talvez tenhamos adquirido aquela heresia fashion por um pouco de medo do glamour. Qual seria, então, a solução? Uma jaqueta de couro legítimo está verdadeiramente fora do alcance de nossas carteiras. E também sentimo-nos compelidos a não deixar que o espírito "Heal the Earth" nos torne a piada da semana.
Compremos então uma vaca! Quanto custa uma vaca?
Atenciosamente, Ferdous